S.A.C.I. Sustentabilidade com Ação Cultural e Imaginação

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S.A.C.I. Sustentabilidade com Ação Cultural e Imaginação

Dia 31/10 é o dia do Saci. Vamos aproveitar para recuperar nossa cultura e compartilhar causos, histórias e costumes. Promover e preservar nossa cultura é sustentável.

Membros: 26
Última atividade: 25 Fev

SACICULTURA

A única forma de vivermos com qualidade está em resgatarmos a cultura e os conhecimentos esquecidos e reduzirmos nossa pegada ecológica. E o SACI é um ser que reúne a cultura brasileira, que é uma mistura de culturas indígenas, européias e africanas, com uma menor pegada (ele tem uma perna só, e muitas vezes passeia em forma de vento ou ave).

O SACI é um ser elemental da natureza. Ele vem do elemento Terra e defende a floresta e os animais. Diz-se que ele faz pequenas travessuras: dá nó nas crinas dos cavalos, faz a comida queimar, troca os temperos de lugar, faz a pessoa que entrou sem sua permissão na floresta se perder.

O SACI nasce nos bambuzais e vive neste local por sete anos, quando então pode deixar o bambuzal e proteger a floresta. Também se sabe que os SACIs são encontrados nos redemoinhos, e que quando se vê um redemoinho há formas de capturar o SACI se ele ali estiver.

Os elementos que constituem a figura do SACI – o gorro vermelho, o cachimbo, a falta de uma perna, e seus poderes e encantos, são resultado da mistura de culturas do povo que viveu no Brasil colônia. O gorro vermelho vem das culturas européias. O cachimbo vem de culturas africanas. A perna ausente foi resultado de uma luta de capoeira, luta esta típica dos povos africanos e dos escravos que viviam no Brasil.

No Brasil, os SACIs vivem nas matas que restaram. Sua população está muito reduzida devido ao desmatamento e degradação da natureza pelo homem. Algumas instituições tentam criar condições para que os SACIs se reproduzam, e se dizem criadores de SACI. Mas uma pessoa não é capaz de capturar e manter o SACI preso pois ele tem poderes e pode se tornar o vento ou uma ave.

Devido à quase extinção da espécie, foi criado o Dia do SACI, que é comemorado no dia 31 de outubro. Neste dia, as pessoas devem lembrar que o SACI, embora seja travesso, protege a natureza, as matas, os animais e os outros seres elementais. Para ajudar na sua preservação, este é um dia também para conscientização ambiental, para plantar árvores e fazer passeios ecológicos. É importante ainda, neste dia, informar as crianças sobre o SACI e suas peripécias, para que as crianças possam conviver com os SACIs em harmonia e conhecer o que é defendido por estes seres e suas artimanhas.

Também se deve relembrar e compartilhar informações sobre as outras criaturas mágicas, como o curupira, o caipora, o boitatá, o boto e muitas outras vistas em cada região do Brasil.

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Tags: Indígena, artesanato, venda, Exposição

ESTAMOS SOLICITANDO DOAÇÃO DE RESÍDUOS RECICLÁVEIS

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Tags: pet, tetrapak, amaro, santo, reciclagem

Show Animal!!!

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1º Concerto do gênero no Brasil - 13/12A ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais) - www.anda.jor.br – realizará um show gratuito para sensibilizar as…Continuar

Tags: Teatro, Mágico, Especismo, Vegan, Direitos

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Comentário de Catito Clarkson Bartalini em 25 fevereiro 2013 às 12:47
Comentário de Andrigo Demetrio em 31 outubro 2012 às 6:46

Mais um ano... E a cultura internacional continua forte... Não que isso seja ruim pois o mundo é globalizado e, de verdade, sem fronteiras! Mas preservemos nossa cultura, nossa lendas, nossos costumes... é gostoso demais! Abraços e tenham um lindo dia!

Comentário de Ricardo em 8 maio 2010 às 3:09
Simpósio Internacional de Conhecimenos Tradicionais na Pan-Amazônia


Universidade do Estado do Amazonas - UEA

Núcleo Cultura e Sociedades Amazônicas (NCSA)
Centro de Estudos Superiores do Trópico Úmido (CESTU)


14 a 16 de julho de 2010
Manaus - Amazonas - Brasil



Povos e comunidades tradicionais, movimentos sociais, pesquisadores e governos irão discutir sobre os Conhecimentos Tradicionais na Pan-Amazônia


Pesquisadores, representantes de povos e comunidades tradicionais, de organizações não-governamentais e dos países da região amazônica, se reunirão no Brasil para dialogar sobre os conhecimentos tradicionais na Pan-Amazônia. O Simpósio Internacional sobre Conhecimentos Tradicionais na Pan-Amazônia pretende ser um espaço de trocas de experiências sobre as questões relativas aos saberes de povos e comunidades tradicionais, que congregará representantes de instituições e organizações da Bolívia, do Brasil, da Colômbia, do Equador, da Guiana, do Peru, do Suriname, da Venezuela e da Guiana Francesa.


O Simpósio Internacional sobre Conhecimentos Tradicionais na Pan-Amazônia será realizado entre os dias 14 e 16 de julho de 2010, na cidade de Manaus, na Amazônia brasileira, pela Universidade do Estado do Amazonas, através do Núcleo Sociedade e Culturas Amazônicas (NCSA/CESTU), com apoio do CNPq e da Fundação Ford. O evento foi programado para atender à demanda de pesquisadores e movimentos sociais, objetivando o aprofundamento das discussões sobre a regulação jurídica dos conhecimentos tradicionais e a relação desses saberes com territorialidades específicas. A riqueza amazônica não é apenas biológica, mas também social. Sua diversidade cultural é expressa por meio dos vários povos e comunidades, com denominações, modos de vida e sistemas de regras próprios, sejam eles indígenas, quilombolas, seringueiros, quebradeiras de coco babaçu, piaçabeiros, castanheiros e ribeirinhos, dentre outros.


Os debates atuais em torno do acesso e do uso de saberes de povos indígenas e de comunidades tradicionais têm articulado temas variados, relacionados à conservação ambiental, aos direitos humanos e à propriedade intelectual, suscitando questões muito complexas. O Simpósio Internacional sobre Conhecimentos Tradicionais na Pan-Amazônia visa alcançar um público amplo e difuso que reflita a diversidade de agentes sociais envolvidos nesses debates. Um dos principais objetivos do evento é promover o intercâmbio científico entre os países da região amazônica, propiciando um espaço social de relações de pesquisa e debate.



O Núcleo Cultura e Sociedades Amazônicas (NCSA), do Centro de Estudos Superiores do Trópico Úmido (CESTU), é composto por uma equipe interdisciplinar que realiza pesquisas científicas no âmbito do Projeto Novas Cartografias Antropológicas, juntamente com representantes de movimentos sociais. O NCSA conta com o banco de dados do Instituto de Referência Cultural sobre Povos e Comunidades Tradicionais, resultado dos trabalhos desenvolvidos durante seis anos por pesquisadores do Projeto Nova Cartografia Social da Amazônia.



As inscrições e a programação estarão disponíveis em breve.


Maiores Informações: conhecimentostradicionais.pncsa@yahoo.com.br


www.novacartografiasocial.com





Julia de Moura Linhares
Agente de Extensão Rural
Núcleo de Extensão Rural - Universidade Federal do Amazonas - UFAM

Técnica Agroflorestal
Núcleo Agroflorestal - Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA

Email adress / e-mail: julia.linhares@gmail.com / juliamlinhares@yahoo.com.br
MSN: julia.linhares@gmail.com
Skype: juliamlinhares
Phone Mobile / Celular: +55 92 8803-6923 begin_of_the_skype_highlighting +55 92 8803-6923 end_of_the_skype_highlighting / +55 92 8245-4728 begin_of_the_skype_highlighting +55 92 8245-4728 end_of_the_skype_highlighting


"Por uma sociedade civil mais ativa."
Comentário de Ricardo em 23 março 2010 às 0:45
MAIS SOBRE O FICA




FICA: ação que combina história, cultura, meio ambiente e cidadania

A Cidade de Goiás transforma-se, a cada mês de junho, em um grande palco, agora, para viver mais uma edição do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica).


Idealizado por Luiz Felipe Gabriel, Jaime Sautchuk, Adnair França e Luís Gonzaga, o Fica despontou em 1999 como marco de um novo momento da cultura em Goiás, sob a coordenação geral do cineasta João Batista de Andrade. A pouco mais de dois meses da data de sua realização (2 a 6 de junho de 1999), João Batista produziu o regulamento, estabeleceu a premiação – cada prêmio homenageia uma personalidade da cultura goiana - e criou o formato final do festival, entre outras providências.

Como projeto do Governo do Estado, por meio da Agência Goiana de Cultura (Agepel), tinha atrás de si objetivos ambiciosos, como valorizar o cinema, discutir amplamente a questão ambiental, conquistar o título de Patrimônio da Humanidade para a Cidade de Goiás, movimentar o setor cultural como um todo, gerar riquezas (como cultura e informação), empregos e fomentar o turismo.

Graças ao apoio e envolvimento de seus realizadores, todos esses objetivos foram alcançados em menos tempo do que se esperava. Desde o início, o festival busca fortalecer-se como palco das discussões da temática ambiental dentro de um conceito mais amplo, que combine desenvolvimento com a melhor qualidade de vida no planeta. Nesse aspecto, o Fica abre espaço para as discussões do desenvolvimento sustentável não apenas na tela, mas com oficinas, mesas-redondas, palestras e outras atividades que levam à mais ampla abordagem das questões do meio ambiente. Por essa linha de ação busca ainda reforçar a consciência para a melhor relação homem/natureza.

O Fica, que acontece na Cidade de Goiás, berço cultural do Estado, adquiriu solidez e independência, marcando-se como um dos mais importantes acontecimentos do calendário cinematográfico mundial. Desde a primeira edição, o festival tem descrito uma trajetória de crescimento e consolidação. Uma das causas dessa ascensão é o fato de possuir a maior premiação da América Latina no gênero: R$ 240 mil em prêmios.

Na verdade, o Fica vai além do cinema. Possui uma programação multicultural paralela, pondo em cena espetáculos que valorizam a criação musical, o teatro, a dança e literatura. O alcance e os benefícios do festival são imensos. Durante sua realização, o turismo se amplia, e com ele o número de empregos. Na velha capital de Goiás, circulam informação, cultura e pessoas interessantes de todo o mundo. Enfim, o festival avança como precioso momento em que história, cultura e meio ambiente se encontram em nome da cidadania e de uma vida de melhor qualidade para todos.

Além do I Fica, o festival contou com a coordenação geral de João Batista de Andrade ainda no III Fica (13 a 17 de junho de 2001) e o IX Fica (12 a 17 de junho de 2007). O IV Fica teve como coordenador geral o também cineasta Nelson Pereira dos Santos (5 a 9 de junho de 2002). As demais edições foram coordenadas pelo então presidente da Agepel, Nasr Chaul. O Fica contou com consultoria de Lisandro Nogueira (professor da Universidade Federal de Goiás) e do jornalista Washington Novaes.
Comentário de susana prizendt em 13 março 2010 às 12:38
queria saber mais sobre o quilombo urbano, será q/ alguém poderia me enviar informações?
e viva o nosso saci!
Comentário de Ricardo em 13 março 2010 às 0:34

Comentário de Ricardo em 31 janeiro 2010 às 18:56
 

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